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Se há uma coisa que ainda tenho é memória. O que é péssimo. Se eu esquecesse as coisas de vez em quando, todos nos estaríamos um pouco mais felizes.

Os 13 porquês.
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Seja como for
Esteja comigo, por favor.

Carolline Libório. 
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Desculpa, mas sou assim. Não consigo mudar. Eu não sei possuir, permanecer, amar.

Allax Garcia. 
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A gente vai se moldando a quem amamos, para nos tornar mais parecidos um com o outro. E dessa vez eu estava gostando do que eu havia me tornado, já estava me acostumando comigo mesmo. Não quero deixar de gostar daquelas balas de limão que derretem na boca, e se eu me apaixonar por alguém que goste de balas de café? Eu odeio balas de café. Vai que esse alguém goste de acordar cedo? Por Deus, eu odeio ainda mais acordar cedo. Ninguém faz ideia de como é bom acordar com um abraço seu lá pelo meio-dia. Não quero ter que me acostumar com outro cheiro, nem com outro beijo. Não quero ter que me acostumar com um novo eu, por que isso significa ter que me acostumar com outro alguém que não seja você.

Jhennifer Werneck
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Se der ame, se não der, se ame.

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De qualquer forma você me fazia suspirar por fora e por dentro, provocava aquele frio na barriga de tensão e nervosismo ao se aproximar. Você era o frio vazio de um coração.

Sorry, I’m not guilty
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Os dedos dela eram do tipo que qualquer um gostaria de entrelaçar aos seus.

Cidades de Papel. 
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Cuidado. Olhos bem abertos. Cabeça erguida. Porque na maioria das vezes os inimigos são os que estão mais perto.

Dois tons de amor.
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Talvez, ela volte. Ou não.

Caio Fernando Abreu.
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Não sou boa companhia, não gosto de conversar. Não quero trocar ideias – ou almas. Sou apenas um bloco de pedra para mim mesmo. Quero ficar dentro do bloco sem ser perturbado. Foi assim desde o começo. Resisti a meus pais, resisti à escola e depois resisti a tornar-me um cidadão decente. O que quer que eu fosse, fui desde o começo. Não queria que ninguém mexesse com isso. E ainda não quero.

Charles Bukowski. 
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Apague o cigarro, isso vai te matar. Que tipo de mulher sem escrúpulos falaria isso? O tabaco, a poesia, a música e o álcool são partes de minha alma. Paciência nunca foi meu forte, ninguém entenderia, então poupei explicações e apaguei o maldito cigarro. Tive que desistir de parte de mim em silêncio aquela tarde, e por mera falta de interesse ninguém percebeu.

Amsterdã, 1957. 
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Estou orando pro mundo estar errado e eu estiver certo e meus sonhos se realizarem e a beleza não ser só mais uma superficialidade humana. Estou agarrando-me à ideia de fuga para não ter que suportar o fato de que todos, definitivamente todos, preferem o raso ao profundo e incerto. Ninguém se joga nos vulcões, nos açudes, nas valas e nos becos. Ninguém recupera o fôlego, descansa os pés e prossegue, como quem diz “eu vou até o fim custe o que custar, por mim, por mim”. Estou orando, todas as noites antes de dormir, pra que a esperança seja preservada dentro das conversas das pessoas que querem se matar (como eu, às vezes) mas que sabem da consequência do ato, do jogar-se. E que a esperança obrigue a sermos mais sorridentes e, quem sabe, fraternos. Pego-me falando com o cosmos - ou algo parecido com deus, ou Deus - e dizendo que está difícil continuar por aqui, detestando tudo que não é do meu mundo que eu criei como forma de álibi. E tenho chorado por estar deslocado, à margem dos fatos e da vida, que corre sem pedir passagem e esmaga toda forma de obrigação. Juro, juro mesmo, que eu só gostaria de que alguém, em algum ponto, me entendesse e me estendesse os braços, o peito, a alma, e dissesse, baixinho: “i’m here, baby, eu estou aqui”.

Floresinexatas. 
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Desculpa amor, mas é tão fácil fingir que gosta… Por isso sempre desconfio.

Soulstripper. 
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Aonde moram nossos medos mais íntimos? Quem cantiga poesias de ninar aos monstros que vivem dentro de nós? Em qual sepultura jaz nossas memórias mortas? Pra onde vão as palavras não ditas que lançamos ao vento do silêncio engolido? […] Sei que há, mas não sei de lugares imaginários pra se procurar. Nunca achei o endereço de meus sonhos, e ultimamente tenho vivido minha vida tão longe do meu corpo. Cabeça na Lua, olhos no horizonte, coração em cacos cortantes, e os pensamentos lá longe, onde o infinito das dúvidas é a unica certeza a ser tatuada sobre as vidas de poucas aventuranças. Fim do que é farsa. Fim do que mente. Dá-se um nó na linha do tempo: O que é verdadeiro torna-se imortal, e sobre as minhas próprias cinzas eu danço a musica da vida, que me visita de vem em quando, pra envergar meus lábios em um sorriso raro a se sorrir.

Annd Yawk.  
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